quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Lamur





Todo mundo merece um grande e verdadeiro amor. a questão é o que seria o conceito de verdadeiro amor pra cada um. pode ser algo pra você que não é pra mim. e nem o mesmo entre as duas partes envolvidas.
Todo mundo merece alguem pra encaixar seu corpo, pra dormir no peito, pra roncar baixinho e sonhar juntos. fazer planos, viagens, construir histórias.
Mas merecer não quer dizer que tenha que ser uma meta. uma obsessão. o amor não é inventado, nem chega na sua porta enquanto você o espera. ele não tem lógica, ele é imprevisível e surge, como aqueles gafanhotos chamados Esperanças, que pousam do nada na sua mesa, causando um quase pânico e depois uma doçura, uma compaixão e carinho, mas com medo, ninguém acaricia uma Esperança, mas também não tem coragem de matar.
Sou obrigado a acreditar em dois clichês, pois me submeto a eles há um bom tempo:

1. As borboletas no estômago surgem quando você não está caçando as mesmas. Cupido não vai te obedecer, na hora que solicitar.
2. Antes de querer ser amado, se ame primeiro. isso não quer dizer se achar a pessoa mais fodona do universo ou ignorar suas fraquezas, defeitos e todo tipo de imperfeição, mas creio que ninguém está disposto a amar alguém que é só fraqueza e que se mostra vítima o tempo todo. a ( minha ) verdade é: amor é admiração. quem ama admira o seu objeto amado. quem ama quer fazer tudo pra consquitar sempre, day by day. e geralmente isso é um processo mútuo, o que é o mais interessante.

você é uma pessoa admirável? além de se culpar e se lamentar porque está só, você acha que está se mostrando aos seus pretendentes em potencial como uma pessoa que vale a pena e dá gosto de ser conquistada? você teria orgulho de ter você mesmo como um companheiro ( a) ? ou você não acredita em nada disso, e é adepto do FODA-SE, do quem me quiser, que me queira assim e pronto? o que você espera?


3 comentários:

Pedro disse...

Sendo putaquecaralhomente sincero? Eu não queria me ter como companheiro; se há alguém nesse mundo com consciência dos próprios defeitos sou eu e - de certa forma - é a primeira coisa da qual gosto de avisar às pessoas (meio que "isso é com o que você terá de lidar, siga por sua conta e risco"), mas... O que não é o mundo, né? Na raríssima vez em que me apaixonei descobri, entre as batidas de asas das borboletas no estômago e o espaço entre os pés flutuantes e o chão, minhas virtudes, que competem em igual número e força com meus defeitos.

Se esse contraste de luz e sombras, um dia, despertará a atenção do "amor da minha vida" (me permita sonhar) eu não sei, mas descobri-lo, experiência após experiência, certamente (re)despertará minha atenção em mim mesmo... acho que, no fim, é isso o que vale, não?

Acho que - no fim das contas - o que quero dizer é que, depois de muitas tentativas e indas e vindas, desisti de procurar pelo amor sublime; prefiro cultivar o que já tenho, que é mais garantido (o meu e dos meus amigos).

felipe dário disse...

Amor e almó me fazem chorar :~

alex machado disse...

em primeiro de tudo amo é uma coisa que se construi não é feita da noite podia,tem coisa boa é coisa ruim tb ,mais faz parte do pacote quando amamos,embora eu romantico,tenho ,secunda opção sempre é a mais realista possível ^^
amar é uma das face da vida ^^